Quinta-feira, Novembro 15, 2007

Para dar início aos trabalhos sobre a Consciência Negra escolhi contar a história:
Anjo Negro da Professora Neusa:

ANJO NEGRO

Os meninos da Terra são muito estranhos. Eles acaham que podem julgar tudo e julgam até mesmo os anjos pela cor.
Gabriel, quando desceu a Terra, sabia disso e se precaveu. Sabia que iria sofrer esse preconceito. E sabia também, que cada amiguinho que o encontrasse pelo caminho, iria querer vê-lo de uma forma diferente. E como ele já estava preparado, sabia, que se fosse preciso, deveria transformr o seu próprio corpo com sua energia de anjo, para agradar ao próximo.
Logo que Gabriel chegou a Terra, uma menina percebeu sua presença. E como ela era muito perspicaz, pode perceber também, que ele não tinha cor. Ela achou o seu corpinho era lindo! Seu rosto, suas asas, tudo transparente! Mas, ele era de uma transparência maravilhosa! Ela olhou para ele e disse:
- Eu acho que você é um anjo! É sim! Você é um anjinho! Mas, você não deve ser um anjo bom. Pois, se você fosse um anjo bom... Seria vermelho. E se fosse um anjo vermelho, você acharia a minha boneca.
O anjinho mais do que depressa, mentalizou, vibrou, pôs energia na sua vontade e se tornou vermelho. E logo, em seguida, encontrou a boneca da menina. E assim, entregou a boneca a menina, que por sua vez ficou muito feliz. Ele despediu-se então e seguiu o seu caminho.
O Anjo feliz por ter feito uma boa ação e por ter encontrado um novo amigo, continuou o seu caminho, voando.
Depois de muito voar, ele encontrou um menino que lhe disse:
- Você é um anjo! Mas, você é anjo vermelho?! Eu nunca vi, um anjo vermelho! Bem que você poderia ser um anjo verde. Sevocê fosse um anjo verde, seria o anjo da esperança. E só assim, você poderia tirar a minha pipa de cima daquela árvore.
O anjinho mais uma vez quiz ajudar e ganhar mais um a migo. Então, mentalizou, vibrou, pôs energia na sua vontande e tornou-se verde. Mais que depressa, voou até a árvore e libertou a pipa do menino. Logo em seguida, olhou para o próprio corpo e achou que aquela cor estava um tanto estranha. Mas, mesmo sentindo-se estranho, resolveu seguiu seu caminho.
Voou então, mais um pouco. E novamente, encontrou outro menino. E esse menino, olhou para ele com olhos de quem não estava acreditando no que estava vendo. E falou:
- Que estranho! Você é um anjo!? Talvez você seja dessa cor para confundir-se com a mata. Hum! Deixe-me te olhar melhor. Pensando bem! Você não é feio. Mas, eu, particularmente gostaria de ver um anjo azul... Da cor do céu. E sendo azul, você poderia entrar naquele canal sem nenhum problema. Pois você se confundiria com a água e assim sendo, poderia pegar a minha bola que caiu lá dentro.
O anjinho então mentalizou, vibrou, pôs energia na sua vontande e tornou-se azul, um azul muito bonito! Da cor do céu! E no mesmo instante, ele entrou no canal e capturou a bola do menino. E com a bola debaixo da asa ele voltou rapidinho. Entregando-a assim para o menino. O menino, muito educado, agradeceu ao anjo e foi embora.
Foi então que o anjo ouviu um chorinho. Era o choro de uma menina. Ele então voou em busca daquele choro. Logo que chegou, viu que o irmão dela já estava ao seu lado, tentando consolá-la. E ele disse:
- Não chore! Olha, a sua frente. Você está vendo? É um anjo.
Com os olhos ainda cheios de lágrimas, ela respondeu:
- Se ele fosse um anjo negro, eu ficaria feliz. Pois, só assim acreditaria que minha mãe está no céu. Aquele homem mau, falou que negro não entra no céu. Disse ainda, que no céu só existem anjos loirinhos, de olhos azuis.
O anjo comoveu-se ao perceber que o menino negro e sua irmãzinha eram órfãos. Ele sabia que não poderia trazer de volta aquela mulher, como fez com a boneca, com a pipa e a com a bola. Mas, naquele momento, ele resolveu ajudar aquelas duas crianças de uma outra maneira. Ele então, mentalizou, vibrou, pôs toda a sua energia na vontande de tornar-se negro. E a partir de então, tornou o Anjo Negro. Para sempre! E tornou-se ainda o anjo de todos os Meninos que sofrem o preconceito da cor.


:: Por Tânia Regina M. Costa | Comments: | 11:37 AM | ::


Sábado, Outubro 13, 2007

Minha Amiga Borboleta




Dentro de um casulo encostado a uma parede, dorme a nossa borboleta. Ela só acorda quando algumas crianças chegam no pátio do colégio e a ficam observando
por um bom tempo. “De repente”. O casulo começa a se mexer. Balança. Vira. E se abre. Surgi então, de dentro dele uma linda borboleta.
A borboleta fica ali por algum tempo acordando melhor e se observando, sem ao menos perceber as crianças.
Ela faz vários movimentos. Pula, dança, tenta voar, observa as borboletas que passam voando. Mas não consegue voar.
Numa das suas tentativas de vôo, ela vê as crianças sentadas olhando para ela. Num primeiro momento, assusta-se. Olha de um lado e do outro. E com muito medo pergunta:

Borboleta - O que são vocês? O que está acontecendo comigo?
Por que não consigo ir, como as outras iguais a mim que passaram por
aqui?
Professora - Você é uma borboleta.
Borboleta - E vocês são borboletas também?
Não. Não são! Vocês não têm isto. (asas) O que é isso?
Crianças – Asas!
Borboleta -Vocês entendem de asas de borboletas?

(Neste momento, a borboleta vira de costas, para as crianças. As crianças, olham para as suas asas e descobrem que uma delas está quebrada. Ela fica a espera
que alguma criança lhe conte o que acontece com as suas asas. Muito sem jeito Heloisa resolve contar.)

Heloisa - Desculpe mas não tenho boas notícias. Uma das suas asas está quebradda. Por isso você não voa.

(Sem graça, com vergonha. Ela continua conversando com as crianças.)

Borbolentas - Puxa! Que azar! Agora o que eu vou fazer? Tudo o que eu mais queria neste momento era ... (faz o movimento de vôo)
Crianças - Voar.

(Ela tenta mais uma vez. Mas não adianta.)

Borboleta - As minhas asinhas não voam. Bem! Parece que não vou voar mesmo.

(Sem jeito ela se despede.)

Borboleta - Tudo bem! Então eu já vou .... (faz um movimento de andar)
Crianças – Andando
Borboleta - Tchau! Muito obrigada pela atenção de vocês.

(Quando ela está saindo, encontra no caminho um tecido pendurado. Ela olha aquele tecido de todas as maneiras. Anda em volta dele. Puxa. Sente a sua elasticidade.Gira no chão com ele. Olha as suas asinhas quebradas. Olha o tecido. Ssobe no tecido. No tecido ela dança muito. Voa. Cai. Dá mil piruetas e
saltos maravilhosos. Dá muitas gargalhadas e brinca com as crianças. Faz um lindo show. Quando ela desce as crianças estão muito felizes. E ela então,
volta a conversar com as crianças. E se senta bem pertinho delas. Agora já bem mais a vontade.)

Borboleta _ Vocês virão? Eu adorei! Eu voei!!!!!!

(A professora deverá incentivar as crianças a perguntarem o nome dela)

Crianças – Como você se chama? Qual é o seu nome?

(Ela olha com um olhar de quem não está entendo nada.)

Borboleta - Nome? O que é um nome?
Professora - É uma palavra que usamos para chamar alguém.

(A professora se apresenta e diz o nome de algumas crianças. A borboleta fica triste. Porque ela não tem um nome.)

Borboleta - Nome... Eu não tenho nome.

(A borboleta chama uma das crianças pelo nome e diz:)

Borboleta - Você pode me dar um nome?

(A criança lhe dá um nome.

Criança _ Está bem! Vivian. Este é o nome da minha irmã. Eela é tão bonitinha como você.

(A borboleta repete aquele nome muito feliz.)

Borboleta - Ganhei um nome... Vivian!!! Vivian!!!
Agora estou muito feliz! Mas... Ainda falta alguma coisa.
Eu estou sozinha não tenho ninguém para cuidar de mim.
E eu estou com uma dor bem aqui olhem. (mostra o estomago.)
Professora – Gente ela está com fome.
Mas nós não sabemos o que uma borboleta come.
Você precisa de comida.
Borboleta - Não sei procurar comida.
Professora - Você precisa encontrar a sua mamãe.
Borboleta - O que é Mamãe?


Professora - Mamãe é quem fez você. É quem alimenta você. É quem cuida de você. É
quem ama você
Borboleta - Mamãe deve ser muito bom!
Onde eu acho Mamãe?
Professora - Você nasceu aqui ela deve estar aqui por perto. Deve ter saído para fazer
alguma coisa. Se você andar aqui por perto de certo a encontrará. Ela deve
te reconhecer. Toda mãe reconhece o seu filho. Procure pergunte por ela
Borboleta – Bom, então eu já vou! Achei tudo aqui muito lindo!
Eu queria muito ficar, mas... Eu tenho que ir.
Eu quero procurar a minha Mamãe.
Estou me sentindo tão sozinha.
Eu sei que vocês estão aqui... Mas eu quero a minha Mamãe.
Eu estou com muita fome. E eu nem sei direito o que é que eu como.
Não sei se terei que andar muito ou pouco, mas sei que terei que andar.
Já que as minhas asinhas não funcionam.

(Muito triste ela se levanta e sai meio chorosa)

Borboleta - Não chorem! Eu preciso ir. Acho que a minha Mamãe deve estar
preocupada.
Adorei conhecer vocês.
O que mesmo vocês são?
Professora - Humanos.
Crianças _ Crianças!
Não me esquecerei de vocês.
Quando eu encontrar com a minha Mamãe, vou contar para ela
que vocês me ajudaram e que foram bastante amigos.
E agora eu vou embora mas, vou feliz, porque eu ganhei um
Nome .... Vivian.
Quem sabe um dia se eu encontrar a minha Mamãe eu volto.
Tchau!!!!!

(Ela se levanta despede-se das crianças e vai embora.)

Professora – Coitadinha ela é tão pequinininha! Eu sei que eu não devia ter mandado
ela embora sozinha. Mas, se eu não fizesse isso... Não tinha história.


OBS: Se você quiser saber o que aconteceu depois, me escreva. E eu te conto o restante
da história.
Agora, se você quiser montar um projeto posso te ajudar. É só escrever.


:: Por Tânia Regina M. Costa | Comments: | 4:35 PM | ::



Jardim Encantado

A Fada Rainha Laís dorme no Jardim Encantado em seu leito de flores. A música suave dos sinos das flores toca para acordar a fada . Laís desperta lentamente. Espreguiça-se. Brinca com as flores. E fecha os olhos rapidamente, pois o Sol está muito forte. Coloca os seus óculos escuros. Senta e conversa sozinha.


Laís – Onde estão todos?! Este jardim está parecendo um deserto. Onde estão as minhas fadas? Luli!! Lana!! Fadinhas. Onde estão vocês?!
Luli – Estou aqui! Estou aqui!
Lana – E eu também.
Laís – Mas onde estão as fadas aprendizes?
Luli – Não sabemos, senhora. Os humanos andam rindo pouco.
Laís - Sem o meu povo não sou ninguém! Preciso de cortejo. Gosto de obediência. Então, saiam por aí e façam as crianças sorrirem. Vocês estão cansadas de
saber que cada vez que uma criança ri, nasce uma fada. Nós não podemos deixar que acabem com as fadas. Saiam e façam logo as crianças darem muitas risadas.

(As fadas saem em busca de crianças. Voam, dançam, fazem caretas, coceguinhas n. Apesar das crianças não conseguirem enchegá-las elas dão muitas risadas.)

Laís – Mas algo está acontecendo hoje. Está tudo muito estranho neste jardim. Nem aqueles duendes atrapalhados apareceram hoje. O que será que está acontecendo?
Lana - Nós não os vimos, hoje, majestade.
Luli – Não sabemos direito, o que está acontecendo. Mas, os animais estão todos muito agitados. O barulho lá no bosque é muito grande.
Laís – Ué! Onde será que eles se esconderam?

(De repente uma barulheira, tira a atenção de todo mundo. E o duende Lug aparece de bicicleta pelo portão lateral)

Laís – Lug o que é isso?!
Lug – Chama bicicleta! É um brinquedo dos humanos.
Laís – O que é, eu sei Lug. Só não estou entendo o que você está fazendo em cima de uma bicicleta aqui no meu jardim.
Lug – Não sabe?! Ora! Estou andando!

(Faz o seu número – anda, cai, tropeça, bate, etc. Atrás de Lug sempre escondido está Lalo fazendo o seu malabares)

Laís – E o senhor?

(Lalo olha para trás procurando alguém.)

Laís – Lalo estou falando com você. Olhe para mim!

Lalo - Desculpe senhora. Achei que estava falando com alguém.. Porque eu não sou um senhor.

Laís – Está bom Lalo! Onde você arrumou estes malabares?

(Lalo esconde os malabares atrás de seu corpo e finge desconhecer o que carrega nas mãos.)

Lalo - Do que a senhora está falando?
Laís – Desses malabares que você escondeu aí atrás.
Lalo – Há! Esses. É... É... Já sei! Caíram de um caminhão do circo
Lug – ( Mostra o diabolo e as bolinhas e diz:) E esses também!
Lalo – (Fica nervoso e fala baixinho) _ Não era para mostrar. Não são lindos! Olhe o que eu já sei fazer.... (Os dois continuam brincando com os seus novos brinquedos.)
Laís – Eu não acredito! Lana! Luli! Onde estão as minhas fadas que não voltam.

(Lana e Luli entram com as Fadas Aprendizes)

Laís – (Fica feliz! Bate palmas) Ah! Vocês acharam! Que bom!
Lana – Foi muito difícil! Mas aqui estão elas. Fada .... Como é mesmo o seu nome?
Aprendiz 1 _ Fada Clara.
Lana _ Isso! E você?
Aprendiz 2 _ Fada Luz
Laís – Que lindos nomes vocês tem! Agora que já nos apresentamos, vamos começar.
Não podemos perder tempo.
1ª lição do dia.
_ As fadas são amigas da natureza.
Repitam comigo

Todas as fadas - As fadas são amigas da natureza.
Laís - Muito bem! E a natureza precisa de muito cuidado.
E vocês sabem o que precisamos fazer para cuidar da natureza?

(Deixe as crianças falarem. Estimule, oferça respostas, converse com elas)

Isso mesmo! E agora prestem atenção vou fazer uma pergunta mais difícil.
O que temos que fazer para cuidar das flores?

(Deixar as crianças falar. Estimular, oferecer respostas, conversar com elas)

Agora, vocês deverão fazer a primeira lição do dia. Cuidar com muito carinho, beijos e conversas das nossas amigas flores... É! As flores adoram que conversemos com elas. Elas não respondem. Mas, tudo bem!
Elas também gostam de água

(As Fadas maiores trazem e entregam para as Fadas Aprendizes os copinhos com água. Elas, então, dão água para as flores, beijos, abraços e conversam muito)

Laís - Mas eu continuo achando que este jardim hoje está muito calmo. Onde estão os meus bichinhos queridos? Todos me abandonaram?!
Eu estou com muita sede. Onde estão as minhas amigas borboletas? Elas me acordam todas as manhãs jogando gotas de orvalho no meu rosto. E também trazem água para eu beber. Hoje, elas nem apreceram. Que dia estranho!

(De repente as borboletas entram com uma taça de “cristal” cheia d’ água)




Borboletas – Desculpe Majestade!
Fomos buscar a sua água na fonte, mas o bosque estava uma bagunça.
Laís – O que está acontecendo no bosque?
Lug – Eu disse que estava uma grande confusão lá no bosque. Tem mesmo um caminhão de circo lá.
Lalo - A senhora não quis acreditar em mim. Fiquei muito triste! (Snif, snif)
Lule - Tem bicho correndo para todos os lados, majestade.
Laís – Chiii! O que estará acontecendo? Vocês ouviram?
Duendes e Fadas – Ouvimos o quê?
Laís - Tem um monte de borboletas voando na minha barriga. Eu estou com fome. Onde estão as abelhas que não chegam com os meus favos de mel?

(Nisso entra uma abelha com um copinho de mel)

Laís – Só isso! Eu estou com fome! Muita fome!

(Entram então todas as abelhas com vários copinhos de mel.)

Laís – Acho que este foi o café da manhã mais tumultuado de toda a minha vida. Que dificuldade! E as minhas frutas. Os duendes esqueceram das minhas frutas.
Duendes – Nós já estamos chegando minha rainha.

(Os duendes entram com uma cestinha de frutas nas mãos) s

Laís – Até que enfim o meu café da manhã está chegando.

(Mas quando a Fada Rainha começa comer as suas frutas, os ratinhos entram correndo e os sapos correndo atrás deles.)
Laís _ O que é isso?
Onde já se viu tamanha bagunça no horário do meu café da manhã?
Ratos – São eles. Os sapos.
Eles querem nos pegar.
Laís – Eu já ouvi e vi de tudo. E eu não entendo vocês.
O melhor amigo do bicho é o bicho!
Todos vocês, repitam agora!
Bichos - O melhor amigo do bicho é o bicho!
Laís – Se vocês brigarem, não poderemos morar no mesmo jardim.
No meu jardim bicho tem que ser amigo. Dêem as mãos.
Assim! Amigos!
Acho que o sol está muito forte para as minhas florzinhas. Não quero que elas chorem.
Por favor, recolham minhas florzinhas. Leve-as para a sombra e, as que estiverem muito tristes, para a estufa.
Minhas fadas aprendizes onde estão?

Fadas – Aqui, senhora!
Laís – Quero que todos se juntem a elas. A fada Lana irá ensiná-las a dançar a dança da manhã. Adoro tomar café de manhã vendo fadas, borboletas, abelhas e todos os animaizinhos do meu jardim dançando.

( Dança das fadas. Logo que a dança acaba entram correndo os duendes, os macacos e Luke. Bastante nervosa, a fada agora grita.)

Laís – Chega!!!! Que bagunça é essa de novo?
Luke – Salve, minha rainha! Desculpe acabar com a sua calma.
É que eu vim do bosque e trago notícias.
Laís – O que aconteceu?
Luke – Um circo resolveu pegar um atalho e passar por dentro do nosso bosque. As jaulas de alguns animais não estavam bem fechadas e com os buracos da estrada elas se abriram e os animais fugiram.
Laís – Foram muitos os animais que fugiram?
Luke – Foram.
Laís _ E quais animais fugiram?
Luke – A senhora é quem vai me dizer.
Laís – Como assim?
Luke – Nós não lembramos os seus nomes, mas sabemos como eles são.
Vamos imitá-los e a senhora tenta descobrir. Está bem?!
Laís – Aceito o desafio.

(Os duendes fazem então mímicas imitando os animais. E as fadas adivinham os nomes)

Laís – Bom tudo o que eu entendi é que temos que sair deste jardim por uns dias. Até que capturem todos esses animais.
Mas! Não estamos próximos do Natal? Vocês não deveriam estar ajudando o Papai Noel.
Duendes – Sim.
Lug – Mas, quando vimos o acidente com as jaulas do Circo viemos salvar vocês.
O Papai Noel me enviou um e-mail para convidá-la...
Não! Concertando o meu erro. Para convidar a todos que moram neste jardim para passar uns dias com ele no Polo Norte.
Laís - Polo Norte?! Acho que eu não vou. Là faz muito frio.
Lalo _ Mas nós vamos, porque é natal e queremos muito ajudar o Papai Noel com os brinquedos para as crianças.
Laís – Está bem, Lalo! Você me convenceu. Iremos todos para o Polo Norte
Mas antes disso, vocês devolverão tudo que pegaram e pertencem aos homens do circo. Não podemos ficar com o que não é nosso. Se você quer ficar com o que não é seu, pessa emprestado mas depois devolva!

(os duendes devolvem os malabares e se despedem do povo do circo)

Laís – Agora sim. Pólo Norte, aqui vamos nós!
(Saem todos.)




Imagens:
Myrea Petitit - Site: www.fairiesworld.com
www.cutecolors.com

:: Por Tânia Regina M. Costa | Comments: | 4:31 PM | ::









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